Me matas com a mesma intensidade que me fazes viver, porque tu nesse teu jogo de silêncios, consegues me paralizar com a mesma força que colocas em movimento sincronizado todas as partes do meu corpo, e essa sincronidade me assusta, me assusta amor, essa forma que consegues me manter escrava dos teus devaneios cada vez mais ensandecidos, como apoias no meu peito esses teus choros contidos.
Te ofereço os meus medos amor, em troca exigo que faças o mesmo, que pra mim deixe cair as mascaras, as cortinas desse teu teatro cotidiano, exigo que pra mim amor, você se mostre, que me deixe entrar, me deixe ver, me deixe te fazer acreditar que a unica salvação pra você sou eu, mergulhando nas tuas profundezas.
domingo, 30 de outubro de 2011
Sobre a dependência
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