Vez em quando cansa zé, fingir ser forte, fingir que não sabe, que não vê, que não presente tudo o que ninguém precisa dizer.Eu me reinventei, sabe zé ? Mas aqui dentro, tem um tempestade que não que se calar.Eu sei que ser gota em tempestade num copo d’água as vezes é bom, mas as vezes, não sei se você me entende, dá uma canseira, uma vontade de querer mais nada, de me soltar.Nessas horas, zé, eu só desejo não correr tanto, nem procurar o que me cega o essencial.Preciso acordar em um novo capitulo zé, fechar um ciclo, aprender a gostar mais dos ponto finais, deixar um pouco as reticências, e as continuações de lado, deixar uma história nova acontecer, por mais complicado que seja zé, e é , me permitir.É tão obsceno amar assim, meu amigo, com tanta vontade. Toda essa pureza torna perigoso porque como você sempre me diz zé.. a gente nunca sabe… e é a mais pura das verdades zé, na verdade, a gente nunca sabe.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A Obscenidade do Amor
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